Controle Bem-Desenhado Mitiga Risco? Só Se Passar Por Estas 9 Etapas

Controle novo, risco mitigado? Nem sempre. E esse é o problema.

Você já participou da criação de um controle e saiu da reunião com a sensação de que algo não vai funcionar?
Pois é… 💭 A intenção pode ser boa — mas sem método, o risco continua morando ali, sorrindo atrás do PowerPoint.

⚠️ O que muita gente ainda não entendeu é que:
👉 Controle eficaz não é o que está escrito — é o que realmente funciona na prática, diante do risco real.
E para isso, não basta seguir o instinto ou copiar benchmarks.
É preciso um processo robusto, técnico e colaborativo.

🎯 Neste artigo, eu compartilho as 9 etapas críticas que aplico para garantir que um novo controle realmente mitigue o risco a que se propõe — do entendimento profundo do risco até o teste ex-ante, passando pela validação com as linhas de gestão, análise de custo-benefício e monitoramento contínuo.

📌 E mais: trago exemplos reais, perguntas que ninguém costuma fazer, e um modelo de decisão que você pode aplicar já.

Vamos juntos fortalecer a cultura de controles inteligentes e evitar que a burocracia com nome bonito siga passando como “governança”?
🚀 Leia, comente e compartilhe suas experiências:
👉 Qual dessas 9 etapas você já aplica?
👉 Qual é mais ignorada na sua organização?